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Quem é José
Rômulo de Magalhães Filho
Por Eliabe Gouveia de Deus*
Conheço o autor
desde o ano de 1988 em Recife. Então eu era estudante do Seminário
Presbiteriano do Norte e ele pastoreava a comunidade Presbiteriana no
bairro de Passarinho. Desde então nossa amizade estava marcada pela
cumplicidade, recheada de intenso carinho e um respeito indelével à uma
figura humana extraordinária. Nossos caminhos foram marcados para se
cruzarem e depois de vários anos separados, sem notícia alguma,
reencontramo-nos e 1993 quando foi recebido no Presbitério Bahia-Sergipe
da IPI do Brasil.
Definir José Rômulo
de Magalhães Filho carrega toda a responsabilidade de não desrespeitar sua
alma carregada de complexidade numa natureza no mínimo dialética. Dono de
uma perspicácia invejável, uma mente clara e bem articulada, capaz de
achar soluções rápidas que, as quais nem sempre são consensuais, ele é
explosivo e passional. Tudo isso ancorado em uma natureza dócil e uma
sensibilidade matriarcal, o faz ser uma autoridade e
afetividade.
Não somos amigos simplesmente,
somos parceiro de vida, mais que irmãos e foi assim que enfrentamos juntos
prazeres e vicissitudes.
Creio que o leitor desse texto
vai viajar e se emocionar, considerando que o autor descarrega nele toda
pluralidade de uma natureza exótica, abstrusa e ao mesmo tempo afável.
Ninguém melhor do que ele para elaborar um diagnóstico sobre a família que
carregue a visão crítica dos cientistas ao tempo que possa transmitir a
sensibilidade romântica dos amantes.
* Secretario Municipal de
Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vitória da Conquista – Bahia -
Brasil
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